sábado, 19 de outubro de 2013

Pequena bula de como viver na pressa, com paz e muita ginga

http://www.revistabula.com/1169-pequena-bula-viver-pressa-paz-ginga/

Hei essa proposição aí de cima é meio que absurda, né. Porque hoje — sem climas de sadomasoquismo, explicando logo de saída — a gente passa os dias inteiros chicoteados pelo tempo. A maldição dos segundos. Que jamais param nem pra respirar. Ou mesmo tomar uma água.  Droga. Tempo, tempo, tempo, tempo, até a música clama. O fato é: não conseguimos, até o momento desarmar essas engrenagens confusas dos relógios da nossa existência, que bebem energéticos gasosos continuamente.  E rodam em círculos, martelando as nossas atividades e tarefas, como filme de terror, na pressão. E na moral. Ninguém discute os domínios do tempo.
Pelo menos o tempo cronológico. Ou o meteorológico. Os tempos de dentro, que até ousam tricotar em cadeiras de balanço, dentro da nossa cabeça, são de outro departamento. Ali, se você não permitir ninguém se intromete.
Tem que correr, tem que brigar, tem que vencer, tem que malhar. O corpo assim, todo-todo bombando feito um chester, ave transgênica de primeira #catchigoria. E tem mais: que se dane se a forma, se a embalagem não possuir nenhum conteúdo, combinado.
O que importa é aparecer, simular, causar, gíria #dahora.  Representou? Photoshopou? Se deu bem, mano. O futuro? #jáé. Então, galera, partiu aflição, na língua dos tuiteiros.
O que tem de gente roendo as unhas, esconjurando gastrites, úlceras, tentando exorcizar, expulsar do corpo a síndrome do pânico nem dá pra calcular neste minuto tenso.
A obsessão geral é arrancar da cabeça esse tremendo intruso, penetra total. O déficit de atenção que não cabe em nenhum e-book da amazon. Em nenhuma fórmula ansiolítica.
O esquema então é fazer uma amizade bacana, tentar discutir a relação, um lobby bem no clima político, com o Senhor Tempo Frenético da Silva Foi-se. Mas o desafio é a gente conseguir a façanha de fazer ele ficar quieto,  um instante que seja,  pra acertar os ponteiros com a gente. Papo sério. Só com um choque elétrico nos ponteiros acompanhado de um tratamento de sonoterapia profunda é a prescrição adequada pra deixar a aceleração repousar, flutuando na bobeira dos minutos plugados no sono.
Pausa para um bocejo — aliás, diga-se de passagem, a atitude mais revolucionária dos últimos tempos. Porque quando você abre a boca pra relaxar um pouco, além de entrar mosca, entram também alguns segundos que estavam marcando bobeira, na sua hiperlotada agenda de compromissos. Joga fora no lixo, como cantaria Tim Maia.  Vai. Pode bocejar sim, do jeito mais comprido que você puder. A saúde agradece, revigorada.
Porém me explica, enquanto há tempo, pra que acordar ligado na vibe da neura e num astral meio punk-frenético. Tomar banho rapidinho, como numa história de cinema mudo, escovar os dentes pela metade, esquecer de passar desodorante. Dar meio beijo, só de relance, no namorado ou namorada, que pesca mais alguns segundos no pseudo relax da horizontal.
Aí engolimos meia banda de pão, meia xícara de café amargo, mas não faz mal se esquecer do açúcar, que a vida é doce, pô, basta provar. Sorrisos sem sacarina dependem de nós, mané.
Ihh, você na pressa fez só meia barba.  Pintou só um olho, saíu com o sapato trocado, a meia furada, de um pé avulso. Mas sem problemas. Hoje é dia de rock, bebê.
Conselho. Antes de sair de casa, desenhe assim tosco mesmo, um relógio em uma folha de papel que você possa levar discretamente no seu bolso. Então, quando a coisa começar a apertar pro seu lado, em pleno frenesi do escritório, com a bocarra do seu pequeno e maluco chefe, mais parecida com a de um faminto cachorro dobermann (ok — sabemos que existem dobermanns com alma de poodle, calma), no minuto em que ele parar de berrar, pra tomar um fôlego que seja, tentando apavorar você com prazos do tamanho de um gorila superinsano, pegue devagar o seu secreto relógio de papel do bolso.
E assim vá cometendo pequenos assassinatos nas horas ao longo do dia. Esquarteje rasgue devagar, na maldade, em câmara lenta, um quarto do relógio. Perfeito.  Putz mas ele ficou manco, aleijado, esse croqui-de-relógio. Essa é a ideia. Depois, mais espertezas. Vá anotando.
Adiante 15 minutos no seu relógio digital, ou no smartphone, pra deixar o tempo lá pra trás. Chupando dedo, com cara de besta, de espantalho. Enquanto você, na maratona das vantagens, já se colocou na linha da vitória, percebeu.
Depois é só chamar o rabecão pra levar o defunto, ou a dona morte, com uma pá tão gigantesca como a foice que ela carrega, para enterrar o ex-tempo, o yeah, no Cemitério dos Sorrisos Parados no Ar.
Hora de ir pra casa. Eba, você ainda deu uma volta no indivíduo da chefia e saíu 15 minutos antes, porque seu relógio tem garantia, e o tempo é só seu e ninguém tasca.
Assim, de noite, em vez de engolir uma pizza às pressas, enquanto assiste-filme-seriado-documentário-música MBB (Música Boa Brasileira) — todo zarolho pela aflição costumeira, dê um tempo.
Um pitch stop nessa carroceria, meu irmão. Em seguida, peça pro amor da sua vida (ainda que seja um amor #dahora) pegar aquela cervejinha colada na serpentina do seu freezer, isso, essa mesmo, que está travestida de esquimó + mais urso polar.
Belisque junto uns amendoins sacanas, com casquinha e tudo pra fazer um creck quase tão gostoso como a sonoplastia de ruídos especiais do cinema e… Respire fundo. Com um bocejo de sobremesa, claro.
Relaxeeee agora. Quer assistir o jogo na teve e comentar ele no Twitter? Manda ver. Sua gata ou o gato está no quarto na maior fissura, jogando mais uma desvairada partida de candy crush e destruindo todo o saco de jujubas que existia antes sobre a cama?
Fique na paz. Cada um na sua e todos na maior. Só pra lembrar, a escravatura acabou.  Pelo menos uma lei da abolição foi decretada por essas bandas no século 19, pela famosa Princesa Isabel.
Então, é hora de chamar o Samuel, a Natália, a Letícia, o Pedro, quem você quiser, para entoarem juntos o mantra dos relógios zerados. Na sequência, encha a boca de concentração e cante, repetindo a palavra-zen algumas vezes, depois de longas pausas. Zerooooo. Zeroooohmm.
E aí, zerou geral?  Maravilha.  Você agora esta 100%. Esta crônica promete.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Relembre as trilhas sonoras de GTA


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Chega nesta quarta-feira, 18, ao Brasil GTA 5, o mais forte candidato a jogo do ano. Os passeios pela cidade, a destruição e as missões de tirar o fôlego estarão de volta. Tudo isso embalado pela excelente trilha sonora, com as músicas que tocam nas estações de rádio.
Para antecipar o clima do lançamento, reunimos playlists com a trilha sonora de GTA 3, GTA Vice City, GTA San Andreas, GTA 4 e GTA 5. Afinal de contas, quem nunca ficou passeando de carro nas ruas de GTA só para aproveitar as músicas? Aperte o play e aproveite o resto do dia.

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http://olhardigital.uol.com.br/noticia/37650/37650

20 Things Every Twentysomething Should Know How to Do

"First things first, most twentysomethings are too hard on themselves.
It’s one of the downsides of a youth-obsessed culture. We tend to think if we haven’t published our first book, planted our first church or gotten married by the time we’re 30, then we’re on the fast track for a lonely, penniless death which will be mourned by none. Sure, some people get famous when they turn 25. Some people also swim across the English Channel.
Your twenties are a prime time to explore and grow, without all the baggage that comes with settling down and making your mark. (Jesus Himself was an unknown carpenter in a reviled corner of Israel until He was 30.)
That said, there are a few things every twentysomething should know how to do.
YOUR TWENTIES ARE A PRIME TIME TO EXPLORE AND GROW, WITHOUT ALL THE BAGGAGE THAT COMES WITH SETTLING DOWN AND MAKING YOUR MARK.

1. Make a Great Breakfast

Ideally, you should be able to craft a great meal for any occasion, but this is the most important meal of the day and so, it’s the one you should have down. Use real butter, large eggs, fresh mushrooms, cheese, whatever, but know the ins and outs and invite a lot of people over to eat it with you regularly.

2. Argue Kindly

An increasingly rare trait, but you’ll be better for it. Learn how to have your own opinions (and make sure they’re actually yours—not just something you “heard somewhere”) and how to put them firmly and politely, in a way that invites spirited conversation. It's a rare and wonderful thing.

3. Hold a Conversation With Someone of Any Age

Whether the person you’re talking to is eight or 80, you should be able to hold a meaningful, intentional conversation with them. Remember to ask a lot of questions, be more interested in who they are than in who you are, and strive to make their day.

4. Parallel Park

Nothing menial about it, and not nearly as hard as it looks. Practice a little. Become an expert. Dazzle your friends.

5. Defend Your Media Choices

Whether you like Kendrick, Kings of Leon or Ke$ha, you should be able to articulate why. The media we consume affects us, and you should be able to explain to yourself why you’re listening, watching and reading the things that you are.

6. Limit Your Online Life

This cannot be over-emphasized. The inability to manage an online presence has toppled promising careers and made fools out of otherwise competent individuals. You should have a good grip on how often you use social media and what you’re using it for. If you find most of your free time spent on the Internet, it’s time to make some choices. If you’re checking your phone at every awkward pause, delete that Facebook app.

7. Approach a Stranger

Whether it’s for directions, a favor or even just to pass the time on an airplane, knowing how to strike up a conversation out of the blue is a marvelous skill. Ask them questions (don’t lead with information about yourself), be approachable (not aggressive) and look for clues that they’d rather be left alone.

8. Stand Up for Yourself

Whether it’s your boss shooting down an idea before you’ve explained it or a guy shouting rude comments as you’re walking by, you should know how to keep from getting walked over.

9. Say “I Was Wrong”

A relationship squabble. A professional tiff. A theological debate. Whatever it is, you should always be looking for where you might have messed up. “I was wrong” is a magical little sentence that diffuses conflict and brings peace to any situation. You should have it at the top of your go-to phrases.

10. Brew a Great Cup of Coffee or Tea

Look. Once and for all, turning on the coffeemaker and brewing a pot of coffee is totally fine. But you should also be aware how to make a perfect cup of coffee or tea. For yourself. For your friends. Do a little reading. Perfect your technique. It’s a skill you’ll be glad you have forever.

11. Tip Generously

What’s just an extra buck or two to you can completely make your server’s day. Make it a habit to tip generously and, if you’re really feeling daring, write a brief thank you note on your check.

12. Maintain a Mentor

Your twenties are a great time to invest in a mentor. Find someone you want to be like—be it your pastor, a friend or even a peer—and commit to meeting with them regularly. It takes a little humility and a lot of dedication, but there is no ceiling to the value it will add to your life.

13. Bite Your Tongue

Know how to pick your battles. It’s OK for you to be right without getting everyone to admit you’re right. It’s OK for you to be offended by something without everyone knowing you’re offended. Understand when you should go to bat for what you’re thinking and when you can let it go.

14. Stay Well Rested

Late nights will come (if you’ve got kids, they’ll come pretty frequently) but our generation has forgotten the value in a good night’s sleep. Push yourself to go to bed earlier. Utilize your downtime wisely. Resting is just as important as being productive. In fact, you’ll be more productive if you are resting well and often.

15. Respond to Criticism

Defending yourself against criticism is easy. Graciously accepting it is harder, but the improvements it can make to your life and work are wild. Remember that criticism usually isn’t meant to be a personal attack and, if you can learn to take it in the spirit it's offered, people will have fewer things to criticize you about in the future.

16. Write a Cover Letter

Filling out an application is a pretty simple process but, in all likelihood, the job you really want is going to take more than a list of references and previous employers. Cover letters require some effort, but it can be the difference between “don’t call us, we’ll call you” and “when can you start?”

17. Be Alone

The Millennial generation prizes community, which is very good, but it tends to come at the cost of fearing loneliness. The truth is, being alone can do you a lot of good. Be able to sit quietly—reading, writing, praying or just listening to the silence—and use that time to truly evaluate how your spirit is. Loneliness is exercise for your heart. Do it regularly.
KNOW THE DIFFERENCE BETWEEN WHAT’S URGENT AND WHAT’S IMPORTANT, AND KNOW WHICH ONE MATTERS MORE.

18. Recommend a Book, Movie or Album

It's harder than it sounds. It’s easy to sound like a pretentious snob or a gushing fan when you’re telling someone to check out something you love. Be able to explain not only why you love something, but why you think someone else would love it.

19. Prioritize the Important Over the Urgent

There are two types of demands on your life. The first and easiest to focus on are the urgent: paying your rent, getting ahead in work, etc. The second and much harder to tackle are the important: your spiritual life, your relationship with your family and looking after the health of your soul. Know the difference between what’s urgent and what’s important, and know which one matters more.

20. Hold on to a Good Friend

There’s going to be a lot of transition in your twenties as both you and your friends float from job to job and location to location. You’ll have to say a lot of good bye’s in the midst of it all, but you should know when you’ve found the rare friend who you don’t want to lose, and you should be able to prioritize staying in touch with them beyond the occasional text message.
The author thanks Liz Riggs and Jeff Rojas for helping him come up with these ideas—and giving him a few to work on himself."
I read in: http://www.relevantmagazine.com/life/whole-life/20-things-every-twentysomething-should-know-how-do

Atheists Aren’t Jerks

"The topics atheists and Christians disagree upon are hugely important, worthy of discussion and even debate. But the dialogue needs to come from a place of mutual admiration, respect and intellectual honesty.
Antagonistic and attacking “conversation” is not only unproductive, it’s incredibly damaging to both parties (and any witnesses). When we take an instance like the Dawkins Foundation’s Facebook post and use it as a chance to poke fun, we slam shut the door of opportunity for meaningful discussion.
Conversation that’s auspicious and sympathetic does the opposite: it encourages. It inspires. It builds friendships.
Christ commanded that we love one another as He loved us (John 15:12). In matters of discussion with those who believe differently than we do, nothing could possibly be more important."


http://www.relevantmagazine.com/current/atheists-aren%E2%80%99t-jerks

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Dicas para Dormir melhor >>> 21 Maneiras de Fortalecer relacionamento

http://positivemed.com/2013/01/29/10-tips-for-better-sleep/

http://positivemed.com/2013/09/20/21-ways-strengthen-relationships/

8 dicas para evitar o estresse

São tantas coisas a se fazer, metas para cumprir, lidar com pessoas, finalizar relatórios e toda a rotina que envolve o trabalho. Cada ser humano é único e reage de uma maneira às pressões, porém, às vezes, o estresse parece inevitável.
Ele pode ser causado por fatores internos, quando se tem uma cobrança excessiva por resultados e metas, aliadas à pressa e falta de organização, por exemplo ou fatores externos como mudança de local, cobrança exterior, trânsito, entre vários outros.
O estresse dificulta consideravelmente a produtividade diária e, consequentemente, a pressão para finalizar demandas aumenta. Além do mais, o estresse também é “contagioso” podendo prejudicar toda a equipe.
Alguns sintomas do estresse como cansaço constante, insônia ou sono excessivo, mudança no apetite, tensão muscular, alteração constante no humor, perca de concentração e dificuldade de atenção podem causar depressão e até mesmo doenças físicas como hipertensão e problemas no coração.
Porém, com as atitudes certas esse mal pode ser evitado. Fuja do estresse e aumente a sua produtividade com essas dicas:
- Mantenha seu escritório ou sua mesa de trabalho sempre limpos e organizados, livre-se de todos os papeis que não serão mais utilizados.
- Saiba que pressões no dia a dia de trabalho podem ocorrer, então fique preparado. Pense em formas de resolver, procure sempre as soluções e mantenha a calma com a ajuda da respiração.
- Durante o dia de trabalho faça uma pausa de dez minutos, pouco tempo que pode ser essencial para o restante do dia. Nesse intervalo, reponha as energias, ande pelos corredores e respire ar puro.
- Tente administrar seu tempo, organize tudo o que você tem a fazer, dê um tempo para cada atividade e adiante trabalhos sempre que possível.
- Não se cobre tanto, é claro que se deve executar as funções da melhor maneira possível, porém, cuidado com o excesso de cobrança.
- Não fique preso somente a sua memória, anote seus compromissos e tarefas. É bem estressante quando se esquece de algo, então evite.
- Sabia que tudo tem um lado positivo? Tente vê-lo sempre, essa atitude diminui o estresse e a ansiedade.
- Tenha segurança sobre o seu trabalho e transmita isso em sua fala. Sua autoconfiança, que te ajudará em momentos de muita pressão, aumentará gradativamente.
São atitudes simples, que bem aplicadas ao longo da rotina, melhoram sua qualidade de vida e produtividade no trabalho.

http://administradores.com.br/noticias/carreira/8-dicas-para-evitar-o-estresse/81018/

Por que as pessoas se frustram no trabalho?

Shutterstock
Sabemos que trabalho não é diversão, pois se assim fosse, ao invés de recebermos dinheiro em troca dele, teríamos era que pagar
O trabalho é uma das áreas que mais proporciona prazer e causa sofrimento aos seres humanos. Durante a minha trajetória como consultor de negócios, encontrei pessoas que realmente se sentem satisfeitas com sua função profissional, ao mesmo tempo que também tenho visto tantos outros que têm em seu trabalho uma grande fonte de desconforto e frustrações. Para a minha surpresa, o que mais percebo é o índice de insatisfação é grande tanto entre os empresários, quanto nos empregados.

Muitos funcionários reclamam de seus patrões e chefes, da rotina, das injustiças na empresa, da falta de perspectiva de crescimento, do salário e, principalmente, do fato de estarem trabalhando para alguém e não para seu enriquecimento.

Do outro lado, ouço empresários se queixarem da ingratidão de seus funcionários, da exigência dos clientes, da falta de estabilidade financeira, dos impostos e, também, de que muitas vezes, depois de pagarem todas as contas sobra pouco – e que apesar de serem os donos da empresa, outros ficam em situação melhor que a deles.

Sabemos que trabalho não é diversão, pois se assim fosse, ao invés de recebermos dinheiro em troca dele, teríamos era que pagar. Contudo, entre a felicidade plena utópica e antessala do inferno existe um caminho a ser percorrido. Realmente acredito que é muito possível ter um trabalho, seja ele como empregado ou como um empreendedor, e sentir-se realizado profissionalmente.

Diante do exposto, fica a pergunta: qual é a razão de experiências profissionais frustrantes?

Não existe um único motivo, há casos de pessoas que vivem para realizar os sonhos profissionais de seus pais, até aqueles que receberam um negócio como herança e se veem obrigados a trabalhar em algo em que não tem a menor habilidade e que não desejavam, entre muitas outras. Contudo, creio que existe uma tríade que engloba a maioria dos casos:

- Não trabalhar no que gosta
O primeiro fator a considerar é saber o que se gosta de fazer. Muitos não sabem dizer qual é o seu sonho e se não sabem onde querem chegar, como saber como ir?
“Trabalhe naquilo que gosta e nunca terá que trabalhar”, já disse Confúcio. Se todos seguissem tal regra, muito sofrimento seria poupado. Ou se jovens antes de decidirem em qual curso universitário deviam se matricular, ou para quais empresas e posições enviar seus currículos, investissem tempo pesquisando, conversando e estagiando, sempre com o objetivo de conhecer a fundo a carreira que estão escolhendo. 
- Não trabalhar no que tem mais habilidades
Tenho verdadeira admiração por músicos e adoraria tocar perfeitamente um piano ou um violão. Sei que se decidir e me esforçar para aprender, posso até vir a tocar um desses instrumentos um dia, mas tenho perfeita consciência de que essa não é uma das minhas habilidades naturais e para me destacar como musicista teria que me dedicar muito. Consequentemente, teria uma grande dificuldade em ganhar dinheiro com música. 
É fácil perceber isto quando se fala de música ou esportes, mas quando falamos de profissões, esta análise é muito menos óbvia. Deparo-me constantemente com empresários, que não gostam de liderar, com empregados que têm muita dificuldade em seguir instruções, vendedores que não gostam de relacionar-se com pessoas. Aí fica difícil, não é mesmo?
Atualmente, existem testes vocacionais muito bons, mas há um paradigma que isso é coisa para adolescentes que estão cursando o ensino médio. Isso não é verdade, uma vez que o mercado de trabalho está saturado de mulheres e homens maduros, que estão tão perdidos tanto quanto crianças. Todos devem investir em autoconhecimento, por meio de testes vocacionais e análises de perfis - comportamental, temperamento e personalidade - pois quanto mais eu me conheço, mais me respeito e menos me coloco em situações que me frustram.

- Trabalhar sem resultados
Ainda que alguém faça o que sempre sonhou e que se sinta plenamente adequado às funções que desempenha, não há nada mais desmotivante do que trabalhar sem resultados. Sobre isto seria possível escrever um livro, pois há muitos fatores que influenciam no resultado do trabalho e dos negócios, mas posso rapidamente citar alguns poucos: falta de comportamentos empreendedores, mercado em que se atua, os “PÊS” de marketing, dentre muitos outros.
Sem nos aprofundarmos aqui nas causas, posso afirmar que, se uma pessoa está trabalhando por longo tempo em algo que não consegue crescer, ser promovido, galgar posições mais altas - é certo que há algo errado.

A falta de retorno financeiro mina qualquer projeto e destrói todo tipo de sonho. De forma que é muito importante analisar honestamente qual tem sido a performance daquilo que fazemos. Se não houver histórico crescimento ou perspectiva de sucesso, será preciso ter a coragem de romper com essa situação e mudar.

No trabalho gastamos muitas horas do nosso dia, em torno de um terço de nossas vidas. Portanto, não estar feliz e realizado nesta área equivale a dizer que estaremos presos em uma cadeia, sem termos sido condenados por um crime. Afirmo isto porque já estive muito insatisfeito com meu trabalho anos atrás. Fazia bem o que me propunha fazer, as pessoas me admiravam, mas, dia após me violentava. Até ganhei dinheiro, mas adoeci por apenas trabalhar como uma engrenagem fora de medida dentro de um motor. Felizmente, tive a oportunidade e a coragem de mudar.

Hoje, trabalho bastante, enfrento muitos desafios diariamente, mas não considero mais uma violência, pois faço o que gosto, de acordo com minhas habilidades e por isso tenho um bom retorno financeiro do meu trabalho. E esta adequação é fruto do que foi semeado: autoconhecimento, entendimento dos pontos fracos, correção daquilo que era indesejável e assimilação de novos comportamentos voltados ao resultado.

Esta trajetória não é fácil, é trabalhosa, mas vale muito a pena! Tenha coragem de trilhar este caminho e realize-se nesta tão importante área de sua vida!
Renato Maggieri é palestrante, consultor de negócios e apaixonado por empreendedorismo. Possui dois títulos MBA – em Gestão Empresarial, pela FGV e Executive Seminars, pelo Rockford College – e tem grande experiência no trabalho com diversos segmentos e portes.
http://administradores.com.br/noticias/carreira/por-que-as-pessoas-se-frustram-no-trabalho/81002/

4 competências simples de um profissional fantástico

Infelizmente, nem a escola nem o ensino universitário se preocupam em desenvolver essas características essenciais de forma sistemática. A boa notícia é que, com bastante prática e pouco investimento, você pode se tornar um mestre nessas competências e se transformar em um profissional bem acima da média.

Por Flávio Augusto


Independentemente de qual seja a sua área de atuação profissional, as qualificações abaixo são fundamentais e lhe colocam em outra categoria dentro do mercado. 
1. POSTURA - Olhe nos olhos, aperte a mão com firmeza na hora de cumprimentar, saiba ouvir, tire o ovo da boca na hora de falar, tenha humildade para aprender, respeite as diferenças entre seus pares, respeite hierarquia, seja positivo diante das adversidades, não se envolva em fofoca, evite relacionamentos amorosos de ocasião com colegas de trabalho, seja verdadeiro, comprometido, controle as suas emoções, saiba lidar com frustrações, não desista de suas metas no meio do caminho, tenha foco, lidere ou seja bem liderado, persiga os resultados para o seu plano de carreira, são algumas dicas para melhorar a sua postura. Vale pra vida...
2. FALAR EM PÚBLICO - Falar em público é uma ferramenta de trabalho e diferencial para quem deseja liderar grandes equipes. Treine, enfrente o medo, estude técnicas para falar em público, exercite, seja voluntário para apresentações e não fuja demonstrando fraqueza e covardia diante de uma oportunidade de encarar uma plateia.
3. ESCREVA BEM - Uma boa redação também é ferramenta de trabalho para profissionais e empreendedores que crescem e se destacam. Além de transmitir uma boa imagem, ou pelo menos não passar uma imagem negativa com textos pobres e repletos de erros básicos, a aplicação correta da gramática e análises bem feitas no seu texto será sempre um grande diferencial para a sua carreira. Compre uma gramática e estude, faça redações para treinar todos os dias, contrate um profissional para corrigir e aprimorar o seu texto e coloque em prática. Não se acomode ou conte apenas com os textinhos que você fazia na faculdade...
4. FALE INGLÊS E ESPANHOL - Falar espanhol é muito fácil e qualquer pessoa pode aprender sozinho. Compre livros de espanhol, estude a gramática e assista a vídeos em espanhol. É muito simples aprender esta língua que pode ser muito útil para negócios no MERCOSUL. Falar inglês não é diferencial, é obrigação. Quem não fala está se conformando em ficar numa categoria abaixo. Isso porque o mundo fala inglês, porque a língua foi adotada como o idioma comercial. Invista nisso como prioridade e, além dos benefícios profissionais, você terá acesso a muita informação valiosa na internet, vai ouvir músicas e entender o que canta, poderá viajar, conhecer pessoas e desfrutar muito mais de seus passeios no exterior.
Infelizmente, a maioria esmagadora sai de anos sentados no banquinho da escola e da universidade sem dominar esses 4 elementos. Seja como empreendedor, executivo, profissional de saúde, autônomo, político, sacerdote, artista ou atleta, as recomendações acima serão sempre de grande valor para a sua carreira, negócios e acima de tudo para a sua vida.

http://administradores.com.br/artigos/carreira/4-competencias-simples-de-um-profissional-fantastico/73652/